Sindicalismo
Quem trabalha precisa de força organizada para negociar em pé de igualdade.
Posição na matriz: linha 4, coluna 2 · eixo econômico à esquerda · eixo social universalista
Parte da constatação de que trabalhador e empregador não negociam entre iguais: um pode esperar, o outro precisa comer. A organização coletiva corrige esse desequilíbrio. Defende negociação coletiva, direito de greve e legislação protetiva, aceitando a economia de mercado mas disputando permanentemente sua repartição.
Georges Sorel deu à corrente sua formulação mais radical, tratando a greve geral como mito mobilizador. No Brasil, é a origem direta do PT, nascido das greves metalúrgicas do ABC no fim dos anos 1970, e a base histórica do PDT trabalhista.
Os críticos apontam que sindicatos fortes podem proteger quem já tem emprego às custas de quem está fora do mercado formal, e que estruturas sindicais consolidadas tendem a virar burocracias com interesses próprios, distantes da base que dizem representar.
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