Comunalismo libertário
A assembleia do bairro decide. Nada acima dela, exceto o que ela delegar.
Posição na matriz: linha 6, coluna 2 · eixo econômico à esquerda · eixo social universalista
Defende substituir o Estado-nação por uma confederação de municípios autogovernados, onde as decisões são tomadas em assembleia aberta de moradores e os delegados às instâncias superiores têm mandato imperativo e revogável. A economia é municipalizada, não estatizada nem privada.
Murray Bookchin desenvolveu o modelo a partir dos anos 1970, ligando ecologia e política — a ideia de que a dominação da natureza deriva da dominação entre pessoas. A experiência de Rojava, no norte da Síria, é a tentativa contemporânea mais ambiciosa de aplicá-lo.
A crítica é de escala e de tempo: assembleias funcionam bem em vilas e mal em metrópoles, e participação constante exige disponibilidade que a maioria das pessoas não tem. Críticos apontam ainda que a confederação, ao coordenar defesa e infraestrutura, tende a reinventar o Estado sob outro nome.
Como Associado da Amazon, eu recebo por compras qualificadas.
Descubra em 5 cliques se este é o seu perfil e monte sua colinha para as eleições de 2026 →